segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Contos de Fad... Mulher!

 É o dia seguinte, e o meu telefone não tocou... Não tocou por ligação, não tocou por mensagem, não tocou nem pela notificação do whatsapp, a não ser dos das amigas, neh? Porque esses sempre tocam, você sabe, mulher fala e escreve demais, e olha, acho que em se tratando de escrever, a proporção é ainda maior, quanto mais se for para falar da noite anterior, do carinha anterior e das bebidas anteriores... É, mulher fala e escreve demais! A noite foi perfeita, desde a primeira troca de olhares, você lindo, com essa cor de praia (e isso porque estamos falando de inverno e de São Paulo), mas essa sua cor morena... Eu parecia um cachorro observando um frango a girar no espeto do jeito que te admirava. Mas continuando, àquele tom de verde musgo da sua camiseta caiu muito bem em você, viu? Combinou com os seus olhos, com o seu cabelo bagunçado propositalmente, ah! e com a sua pele, é claro! E essa sua tatuagem, fala a verdade, é tática, não é? Tática para deixar qualquer mulher curiosa suficientemente, a ponto de querer te despir da cintura pra cima, e claro, consequentemente, da cintura pra baixo também, mas isso vem depois. Então você se aproximou, com um sorriso sacana e um olhar que me fez sentir nua, nua e gostosa. E aquele coquetel colorido na sua mão fez eu me sentir no Hawaí, com um colar colorido, descalça com o pé na areia e girando minha saia ao dança o ula-ula ... Que delícia o Hawaí, quando eu chegar lá, te mando um cartão postal, ta? Então brindamos, você disse que eu era linda, e disse também que não imaginava que a noite seria tão generosa e surpreendente com você (sim, você disse!) eu quis rir dessa baboseira toda, mas caí em mim quando você me chamou de princesa. Num gesto involuntário, segurei as laterais da minha saia, cruzei as pernas e me curvei, fazendo jus ao apelido, foi aí que você ressaltou: É uma princesa mesmo! Dançamos, bebemos, beijamos, bebemos, beijamos e bebemos, sim, nesta proporção. Ao fim da noite, ou iniciar do dia, como você preferir, me pego no seu carro, com o salto nas mãos, cabelo feito um coque, não propositalmente bagunçado e você a melhor fixamente, me atravessando a alma, coisa que me desconcerta, mais uma vez me chama de linda, e de novo e de novo. Ao nascer do sol, na sacada do quarto, você com uma toalha envolta na cintura e eu com a sua camiseta verde musgo (que modéstia a parte, também caiu perfeitamente em mim e combinou com a minha pele e meus olhos), brindamos com duas garrafinhas d'água, desconfio que na noite anterior tenhamos bebido mais até que beijado. Era inverno e o dia começava lindamente, acho que para combinar com a noite, a propósito, adorei sua tatuagem, assim sem camisa ela te deixa ainda mais sexy. Quanta sensualidade! Você foi um príncipe, um doce, um amor, já te falei que você foi um príncipe? É o dia seguinte ao dia seguinte e meu telefone ainda não tocou aparecendo o seu nome, aliás, qual era o seu nome mesmo moreno alto, bonito e sensual? Ah, agora lembrei o porquê meu telefone não tocou, porque eu cansei de viver contos de fadas da madrugada, onde o encanto começa a meia noite e termina à 6h/8h/10h da manhã, depois de muitos beijos, amasso, e suor. E sabe quando você vai ter o meu telefone de fato, moço? Quando por acaso nos esbarrarmos em uma dessas noites regadas a cerveja, e você  vir me falar que o número que eu te passei caia no celular de um tal de Marcelo, que inclusive, é meu ex namorado, ah, e meu nome não é Roberta, ta? Beijo gatinho! Não tocou por ligação, não tocou por mensagem, não tocou nem pela notificação do whatsapp, a não ser dos das amigas, neh? Porque esses sempre tocam, você sabe, mulher fala e escreve demais, e olha, acho que em se tratando de escrever, a proporção é ainda maior, quanto mais se for para falar da noite anterior, do carinha anterior e das bebidas anteriores... É, mulher fala e escreve demais! A noite foi perfeita, desde a primeira troca de olhares, você lindo, com essa cor de praia (e isso porque estamos falando de inverno e de São Paulo), mas essa sua cor morena... Eu parecia um cachorro observando um frango a girar no espeto do jeito que te admirava. Mas continuando, àquele tom de verde musgo da sua camiseta caiu muito bem em você, viu? Combinou com os seus olhos, com o seu cabelo bagunçado propositalmente, ah! e com a sua pele, é claro! E essa sua tatuagem, fala a verdade, é tática, não é? Tática para deixar qualquer mulher curiosa suficientemente, a ponto de querer te despir da cintura pra cima, e claro, consequentemente, da cintura pra baixo também, mas isso vem depois. Então você se aproximou, com um sorriso sacana e um olhar que me fez sentir nua, nua e gostosa. E aquele coquetel colorido na sua mão fez eu me sentir no Hawaí, com um colar colorido, descalça com o pé na areia e girando minha saia ao dança o ula-ula ... Que delícia o Hawaí, quando eu chegar lá, te mando um cartão postal, ta? Então brindamos, você disse que eu era linda, e disse também que não imaginava que a noite seria tão generosa e surpreendente com você (sim, você disse!) eu quis rir dessa baboseira toda, mas caí em mim quando você me chamou de princesa. Num gesto involuntário, segurei as laterais da minha saia, cruzei as pernas e me curvei, fazendo jus ao apelido, foi aí que você ressaltou: É uma princesa mesmo! Dançamos, bebemos, beijamos, bebemos, beijamos e bebemos, sim, nesta proporção. Ao fim da noite, ou iniciar do dia, como você preferir, me pego no seu carro, com o salto nas mãos, cabelo feito um coque, não propositalmente bagunçado e você a melhor fixamente, me atravessando a alma, coisa que me desconcerta, mais uma vez me chama de linda, e de novo e de novo. Ao nascer do sol, na sacada do quarto, você com uma toalha envolta na cintura e eu com a sua camiseta verde musgo (que modéstia a parte, também caiu perfeitamente em mim e combinou com a minha pele e meus olhos), brindamos com duas garrafinhas d'água, desconfio que na noite anterior tenhamos bebido mais até que beijado. Era inverno e o dia começava lindamente, acho que para combinar com a noite, a propósito, adorei sua tatuagem, assim sem camisa ela te deixa ainda mais sexy. Quanta sensualidade! Você foi um príncipe, um doce, um amor, já te falei que você foi um príncipe? É o dia seguinte ao dia seguinte e meu telefone ainda não tocou aparecendo o seu nome, aliás, qual era o seu nome mesmo moreno alto, bonito e sensual? Ah, agora lembrei o porquê meu telefone não tocou, porque eu cansei de viver contos de fadas da madrugada, onde o encanto começa a meia noite e termina à 6h/8h/10h da manhã, depois de muitos beijos, amasso, e suor. E sabe quando você vai ter o meu telefone de fato, moço? Quando por acaso nos esbarrarmos em uma dessas noites regadas a cerveja, e você  vir me falar que o número que eu te passei caia no celular de um tal de Marcelo, que inclusive, é meu ex namorado, ah, e meu nome não é Roberta, ta? Beijo gatinho!

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